Compreensão da demanda
O processo começa pela apresentação da necessidade. Nesse momento, são consideradas as dúvidas principais, os objetivos da avaliação e a pertinência do atendimento para o caso apresentado.
Uma avaliação neuropsicológica pode ajudar a compreender, com profundidade e responsabilidade técnica, dificuldades relacionadas à atenção, memória, comportamento, emoções, desempenho, diagnóstico diferencial e capacidade funcional.
Atendimento 100% online para adultos no Brasil e brasileiros no exterior, com investigação clínica individualizada, integração de evidências e devolutiva cuidadosa.
Talvez esteja procurando uma explicação coerente para dificuldades que afetam sua vida, seu trabalho, seus relacionamentos ou decisões que não podem continuar baseadas apenas em dúvidas.
Dificuldades persistentes de atenção, organização, gestão do tempo, impulsividade ou oscilação de desempenho.
Compreender essa investigaçãoNecessidade de compreender padrões sociais, sensoriais, comportamentais e adaptativos ao longo da vida.
Conhecer o processoPotencial elevado acompanhado de dificuldades executivas, emocionais, sociais ou acadêmicas que podem permanecer invisíveis.
Entender esse perfilEsquecimentos, lentificação, desorganização ou alterações percebidas pela própria pessoa, familiares ou profissionais de saúde.
Ver quando investigarBurnout, afastamento, retorno ao trabalho, impactos cognitivos, sofrimento ocupacional ou necessidade de análise funcional.
Conhecer essa áreaAvaliação, assistência técnica, pareceres e análise de questões cognitivas relevantes para contextos jurídicos.
Entender a Neuropsicologia JurídicaAvaliação realizada em português, com atendimento online e uma comunicação sensível às experiências de quem vive em outro país.
Conhecer o atendimento internacionalEncaminhamentos, integração interdisciplinar e esclarecimento técnico sobre a pertinência da avaliação para cada demanda.
Ver informações para profissionaisVocê não precisa chegar com uma hipótese pronta. O primeiro contato também serve para compreender a demanda e avaliar o caminho possível.
Apresentar meu casoDificuldades de atenção, memória, planejamento, regulação emocional ou desempenho não apontam automaticamente para um único diagnóstico. Diferentes condições clínicas, emocionais, ocupacionais e neurológicas podem produzir manifestações semelhantes.
Por isso, uma avaliação responsável não começa tentando confirmar uma resposta previamente escolhida. Ela começa investigando hipóteses, inconsistências, padrões ao longo da vida, fatores contextuais, potencialidades e limitações.
O objetivo não é encaixar uma pessoa em um rótulo. É produzir uma compreensão tecnicamente fundamentada que ajude a orientar decisões clínicas, pessoais, ocupacionais ou jurídicas.
A avaliação neuropsicológica é um processo clínico composto por entrevistas, instrumentos padronizados, observação, análise documental e integração das informações obtidas ao longo das etapas.
O planejamento não é igual para todas as pessoas. A escolha dos instrumentos depende da idade, da história clínica, das hipóteses investigadas e das perguntas que a avaliação precisa responder.
O processo começa pela apresentação da necessidade. Nesse momento, são consideradas as dúvidas principais, os objetivos da avaliação e a pertinência do atendimento para o caso apresentado.
São investigados desenvolvimento, saúde, escolaridade, trajetória profissional, rotina, relacionamentos, sintomas, tratamentos anteriores e mudanças percebidas ao longo do tempo.
A bateria de avaliação é organizada conforme as hipóteses clínicas. Podem ser investigadas atenção, memória, linguagem, inteligência, funções executivas, percepção, comportamento e aspectos emocionais.
Os instrumentos são aplicados em sessões programadas, respeitando condições de participação, fadiga, ritmo individual e os requisitos técnicos de cada procedimento.
Pontuações isoladas não definem diagnósticos. O raciocínio clínico considera convergências, discrepâncias, história de vida, impacto funcional, contexto emocional e possíveis explicações alternativas.
Ao final, os resultados são apresentados de forma compreensível, acompanhados das conclusões tecnicamente sustentadas, limitações, potencialidades e recomendações para os próximos passos.
Uma avaliação completa costuma ser organizada entre 6 e 10 sessões, conforme a complexidade da demanda, os instrumentos necessários e as condições individuais de participação.
Muitas pessoas chegam à avaliação depois de anos tentando explicar dificuldades por meio de hipóteses isoladas. Em outros casos, já receberam diagnósticos diferentes ou encontraram descrições que fazem sentido apenas parcialmente.
A avaliação neuropsicológica permite organizar essas informações e analisar como diferentes áreas do funcionamento cognitivo, emocional e comportamental se relacionam. O objetivo é verificar quais hipóteses encontram sustentação, quais exigem cautela e quais outras explicações precisam ser consideradas.
Uma boa avaliação não busca apenas identificar dificuldades. Ela também revela recursos preservados, estratégias desenvolvidas ao longo da vida e potencialidades que podem ter sido encobertas pelo sofrimento ou por diagnósticos incompletos.
A investigação de TDAH em adultos considera sintomas atuais, história desde o desenvolvimento, impacto em diferentes contextos e possíveis condições que podem produzir manifestações semelhantes.
Dificuldades de atenção também podem ocorrer em quadros ansiosos, depressivos, traumáticos, ocupacionais, relacionados ao sono ou a outras condições clínicas. Por isso, o diagnóstico diferencial é essencial.
A avaliação pode contribuir para compreender padrões de comunicação, interação social, processamento sensorial, flexibilidade, autorregulação e adaptação presentes ao longo da vida.
Em adultos, estratégias de compensação e mascaramento podem tornar o quadro menos evidente. A análise precisa considerar história, contexto, funcionamento cotidiano e hipóteses diferenciais.
Altas Habilidades/Superdotação não significam desempenho uniforme em todas as áreas. Uma pessoa pode apresentar recursos intelectuais elevados e, simultaneamente, dificuldades executivas, emocionais, sociais ou acadêmicas.
A avaliação ajuda a identificar potencialidades, assimetrias internas, estratégias compensatórias e possíveis condições associadas, como TDAH ou TEA.
Ansiedade, depressão, trauma, Burnout, dificuldades de sono, alterações neurológicas e condições do neurodesenvolvimento podem compartilhar sintomas.
A avaliação organiza o conjunto de evidências para evitar conclusões baseadas apenas em semelhanças superficiais ou em um único instrumento.
Esquecimentos ocasionais fazem parte da vida. Porém, alterações persistentes, progressivas ou acompanhadas de prejuízo funcional merecem uma análise mais cuidadosa.
A avaliação neuropsicológica pode contribuir para compreender se uma queixa de memória está relacionada ao armazenamento das informações, à atenção, à velocidade de processamento, às funções executivas, ao estado emocional ou a outras condições clínicas.
Quando existem alterações cognitivas, a integração com avaliação neurológica, psiquiátrica, geriátrica ou outras especialidades pode ser necessária para uma compreensão mais ampla.
Ela pode ser apenas apresentar o que está acontecendo e verificar se a avaliação neuropsicológica é adequada para responder às suas perguntas.
Sobrecarga prolongada, conflitos, assédio, jornadas extensas, pressão constante, perda de autonomia e ambientes psicologicamente inseguros podem repercutir sobre atenção, memória, sono, tomada de decisão, regulação emocional e capacidade funcional.
A avaliação não parte da ideia de que todo sofrimento relacionado ao trabalho possui a mesma origem. Ela investiga a história, o contexto, os sintomas, o funcionamento anterior, os fatores extralaborais e a relação temporal entre as mudanças percebidas e os acontecimentos ocupacionais.
O esgotamento ocupacional pode estar associado a queda de rendimento, maior lentidão, irritabilidade, dificuldade de concentração, alterações do sono, sensação de ineficácia e perda progressiva de recursos para lidar com as demandas.
A análise precisa diferenciar manifestações relacionadas ao trabalho de outros quadros clínicos que também podem produzir fadiga, desatenção, retraimento ou redução de desempenho.
Experiências persistentes de humilhação, ameaça, isolamento, constrangimento, exposição ou desqualificação podem produzir hipervigilância, falhas atencionais, evitação, medo, alterações emocionais e prejuízos funcionais.
A avaliação psicológica ou neuropsicológica não substitui a apuração jurídica dos fatos. Seu papel é examinar, dentro dos limites técnicos, o funcionamento psicológico, cognitivo e funcional da pessoa avaliada.
O retorno ao trabalho pode exigir a análise de demandas reais da função, recursos preservados, limitações atuais, ritmo, tolerância à carga cognitiva, necessidade de adaptações e risco de agravamento.
Uma pessoa pode preservar determinadas capacidades e, ao mesmo tempo, apresentar prejuízos específicos que dificultam tarefas complexas, ambientes de alta pressão ou funções com grande responsabilidade.
Acidentes, traumatismos, adoecimentos, tratamentos médicos ou eventos potencialmente traumáticos podem ser acompanhados de mudanças de memória, atenção, velocidade de processamento, iniciativa e regulação emocional.
A investigação considera documentos, curso temporal, consistência dos achados, impacto funcional e hipóteses alternativas, sem presumir causalidade apenas pela existência de uma sequência cronológica.
Resultados em testes precisam ser relacionados ao cotidiano. Por isso, a análise funcional pode considerar autonomia, planejamento, compreensão de consequências, manejo financeiro, administração de rotinas, comunicação, autocuidado, desempenho ocupacional e capacidade de sustentar decisões.
A investigação clínica de uma pessoa e a avaliação institucional dos fatores psicossociais são procedimentos distintos. Questões relativas à organização do trabalho exigem análise própria do ambiente, das condições e dos processos ocupacionais.
Processos judiciais e administrativos podem envolver perguntas sobre memória, discernimento, autonomia, capacidade funcional, dano cognitivo, sofrimento psicológico, desempenho ocupacional ou efeitos de uma condição de saúde.
Nessas situações, a Neuropsicologia pode contribuir com uma análise técnica do funcionamento humano — sem substituir a decisão do juízo, sem prometer resultados e sem ultrapassar os limites das evidências.
A Neuropsicologia Jurídica aplica conhecimentos sobre cognição, comportamento, emoção e funcionalidade a questões que surgem em contextos judiciais ou administrativos.
O trabalho pode envolver avaliação psicológica ou neuropsicológica, análise documental, formulação de quesitos, assistência técnica, parecer psicológico e discussão dos limites científicos dos achados, conforme a natureza da demanda e o papel profissional assumido.
A clareza sobre o papel profissional protege a pessoa avaliada, preserva a imparcialidade necessária e evita que atendimento clínico, perícia e assistência técnica sejam confundidos.
A profissional perita atua com independência técnica para responder aos pontos pertinentes à demanda, utilizando procedimentos compatíveis com a finalidade da avaliação e explicitando limites, métodos e fundamentação.
A assistência técnica pode envolver estudo da demanda, análise de documentos, formulação de quesitos, acompanhamento técnico do trabalho pericial e elaboração de parecer, preservando autonomia, rigor e responsabilidade profissional.
A avaliação clínica tem finalidade assistencial e diagnóstica. Quando existe litígio ou interesse processual, é necessário analisar cuidadosamente se essa modalidade é adequada ou se a demanda exige um procedimento pericial específico.
Cada caso exige delimitação própria. A avaliação precisa responder a uma pergunta tecnicamente possível, sem transformar hipóteses em certezas e sem concluir além do que os dados sustentam.
Análise de habilidades cognitivas e funcionais relacionadas à compreensão, expressão de escolhas, manejo da rotina e necessidade de apoio, respeitando a complexidade e os limites da questão.
Investigação de alterações alegadas após acidentes, violência, adoecimento, eventos traumáticos ou outras situações relevantes, considerando funcionamento prévio, curso temporal e hipóteses alternativas.
Avaliação de manifestações psicológicas, cognitivas e funcionais em demandas envolvendo trabalho, afastamento, assédio, adoecimento, capacidade laborativa ou necessidade de análise técnica.
Análise de funções relevantes para compreender informações, recordar acontecimentos, avaliar consequências e sustentar escolhas, sem reduzir decisões complexas a uma única pontuação.
Investigação de possíveis repercussões cognitivas e funcionais associadas a traumatismos cranianos, doenças neurológicas, tratamentos ou outras condições de saúde.
Análise de documentos psicológicos ou neuropsicológicos, coerência entre métodos e conclusões, adequação da fundamentação e limites interpretativos, conforme a finalidade solicitada.
Nem toda solicitação exige uma avaliação completa. Em alguns casos, o trabalho adequado pode ser uma análise documental, orientação técnica, formulação de quesitos ou parecer. Em outros, a ausência de condições técnicas, éticas ou documentais pode impedir a realização.
Identificação do contexto, da finalidade, do estágio processual e das perguntas apresentadas.
Verificação sobre perícia, assistência técnica, parecer, avaliação clínica ou outra modalidade compatível.
Definição dos documentos, procedimentos, prazos, limites e informações necessárias.
Apresentação do percurso possível, respeitando independência, sigilo, imparcialidade e normas profissionais.
Encaminhamentos claros ajudam a delimitar o problema, selecionar procedimentos pertinentes e produzir conclusões úteis. O contato inicial pode ser utilizado para verificar a modalidade adequada e os limites técnicos da demanda.
A atuação técnica não promete êxito judicial, não substitui aconselhamento jurídico, não determina sozinha causalidade ou incapacidade e não transforma resultados de testes em decisões processuais. A conclusão deve permanecer proporcional às evidências, à finalidade e aos limites do método.
A análise inicial permite verificar se a demanda é tecnicamente possível, qual modalidade profissional pode ser adequada e quais informações serão necessárias para avançar.
Viver em outro país pode tornar mais difícil encontrar um atendimento que compreenda, ao mesmo tempo, sua história, sua língua, suas referências culturais e a realidade de quem construiu a vida longe do Brasil.
A avaliação neuropsicológica online em português permite que adultos brasileiros investiguem questões relacionadas à atenção, memória, TDAH, TEA, Altas Habilidades, funcionamento emocional, desempenho e diagnóstico diferencial com uma comunicação mais precisa e acolhedora.
O processo é organizado de forma remota, respeitando critérios técnicos, condições de participação, diferenças de fuso horário e as particularidades de cada demanda.
Maior precisão para relatar sintomas, experiências, dificuldades, estratégias e mudanças percebidas ao longo da vida.
Sessões organizadas remotamente, com orientações claras sobre ambiente, materiais, conexão e condições técnicas necessárias.
Compreensão de fatores ligados à migração, adaptação, isolamento, sobrecarga, identidade, idioma e mudanças de contexto.
Explicação dos resultados em português, com recomendações para os próximos passos e integração com profissionais quando necessário.
Quando a avaliação será utilizada em processos acadêmicos, ocupacionais, médicos, administrativos ou jurídicos no exterior, é importante verificar previamente os requisitos da instituição ou da autoridade responsável.
Psicóloga & Neuropsicóloga — CRP 06/76313
Mais de duas décadas de atuação em Psicologia, Neuropsicologia, saúde do trabalhador e contextos jurídicos, com atendimento a adultos no Brasil e brasileiros no exterior.
Seu trabalho é orientado pela integração entre história clínica, instrumentos psicológicos, raciocínio neuropsicológico, análise funcional e responsabilidade ética.
A condução da avaliação busca unir precisão técnica e linguagem compreensível, para que os resultados não permaneçam restritos ao laudo, mas possam ser utilizados de forma prática na tomada de decisões sobre tratamento, trabalho, vida cotidiana ou demandas jurídicas.
Avaliação de atenção, memória, funções executivas, inteligência, linguagem, cognição social, aspectos emocionais e impacto funcional.
Análise das hipóteses possíveis, das condições associadas e das explicações alternativas que precisam ser consideradas.
Atuação em avaliação, assistência técnica, pareceres, saúde do trabalhador e questões relacionadas à capacidade funcional.
Investigação de TDAH, TEA, Altas Habilidades, dupla excepcionalidade, memória, cognição, trauma, Burnout e outras demandas adultas.
Instrumentos e procedimentos são escolhidos conforme a demanda, e não aplicados como um pacote igual para todas as pessoas.
Resultados são integrados à história, ao contexto, às estratégias compensatórias e ao funcionamento cotidiano.
Conclusões permanecem proporcionais às evidências, aos limites do método e à finalidade da avaliação.
A devolutiva traduz informações técnicas para uma linguagem que permita compreender e utilizar os resultados.
Quando autorizado e tecnicamente pertinente, o processo pode dialogar com médicos, psicólogos, advogados, familiares ou outros profissionais envolvidos na compreensão da demanda.
A avaliação pode responder perguntas específicas formuladas por neurologistas, psiquiatras, geriatras e outros profissionais de saúde.
Os resultados podem contribuir para o planejamento terapêutico, compreensão de padrões e definição de estratégias de cuidado.
Demandas jurídicas podem exigir delimitação de quesitos, documentos, finalidade, modalidade de atuação e limites técnicos.
Em avaliações de adultos, informações de terceiros podem ser consideradas quando houver consentimento e pertinência clínica.
Reunimos abaixo as dúvidas mais comuns sobre avaliação neuropsicológica, atendimento online, diagnóstico diferencial, laudo, prazos e demandas clínicas, ocupacionais e jurídicas.
É um processo clínico que investiga o funcionamento cognitivo, emocional e comportamental por meio de entrevistas, testes, escalas, observação, documentos e integração das informações.
Não. Ela também pode esclarecer hipóteses, diferenciar condições com sintomas semelhantes, identificar potencialidades, compreender limitações funcionais e orientar decisões clínicas ou jurídicas.
Sim. A investigação considera sintomas atuais, história desde o desenvolvimento, impacto em diferentes contextos e possíveis explicações alternativas para as dificuldades de atenção e função executiva.
Sim. Em adultos, a avaliação precisa considerar história de vida, padrões sociais e sensoriais, estratégias de compensação, mascaramento, funcionamento adaptativo e diagnósticos diferenciais.
Pode contribuir para identificar recursos elevados, assimetrias entre áreas, dupla excepcionalidade e estratégias desenvolvidas ao longo da vida. O resultado não deve ser reduzido a um único índice.
Atenção, memória, inteligência, linguagem, velocidade de processamento, funções executivas, percepção, cognição social, comportamento, aspectos emocionais e impacto funcional.
A quantidade varia conforme a complexidade da demanda. Uma avaliação completa costuma ser organizada entre 6 e 10 sessões, incluindo entrevista, aplicação, integração e devolutiva.
O atendimento é realizado online quando a demanda, os instrumentos selecionados e as condições técnicas permitem essa modalidade com segurança e qualidade.
Sim. Brasileiros no exterior podem realizar o processo em português, respeitando fuso horário, condições técnicas e a finalidade do documento.
Isso depende do país, da instituição e da finalidade. Quando o documento será utilizado no exterior, os requisitos precisam ser verificados previamente com o órgão responsável.
Não necessariamente. A avaliação pode ser procurada diretamente. Quando houver encaminhamento, ele ajuda a delimitar as perguntas e a integrar o processo com outros profissionais.
Sim. Relatórios, exames, avaliações anteriores e documentos relevantes podem contribuir para compreender a história e evitar interpretações descontextualizadas.
Em avaliações de adultos, informações de familiares ou terceiros podem ser consideradas quando houver consentimento e pertinência clínica.
Não. Em alguns casos, as evidências sustentam uma hipótese diagnóstica. Em outros, indicam a necessidade de acompanhamento, investigação complementar ou cautela antes de uma conclusão.
Não. Diagnósticos exigem integração entre história, sintomas, funcionamento, contexto, observação e resultados de diferentes fontes.
Pode. Ansiedade, depressão, trauma, Burnout, privação de sono e outras condições podem produzir desatenção, impulsividade aparente, lentidão ou falhas executivas.
Não necessariamente. Queixas de memória podem estar relacionadas à atenção, sono, estresse, humor, medicação, condições neurológicas ou outros fatores. A avaliação ajuda a diferenciar possibilidades.
Não. Em muitas situações, a integração com neurologia, psiquiatria, geriatria ou outras especialidades é importante para uma compreensão ampla.
Você recebe a devolutiva dos resultados e, quando previsto no processo, documento técnico com descrição dos procedimentos, interpretação, conclusões, limites e recomendações.
O prazo depende da complexidade, do número de sessões, da análise documental e da integração dos resultados. A previsão é informada no início do processo.
Sim. Os resultados podem auxiliar psicoterapia, acompanhamento médico, reabilitação cognitiva, adaptações de rotina e estratégias de manejo.
Pode contribuir, desde que a modalidade, a finalidade e o papel profissional sejam adequadamente definidos. Avaliação clínica, perícia e assistência técnica não são a mesma coisa.
Não. O trabalho técnico oferece elementos de análise, mas não substitui a decisão judicial nem pode prometer qualquer desfecho.
Quando uma parte ou equipe jurídica necessita de apoio especializado para compreender a demanda, formular quesitos, analisar documentos ou acompanhar tecnicamente uma perícia.
Essa possibilidade precisa ser analisada com muito cuidado, porque os papéis, finalidades e deveres de imparcialidade são diferentes e podem existir impedimentos ou conflitos.
O primeiro contato serve justamente para compreender a demanda, verificar a finalidade e orientar sobre o caminho tecnicamente possível.
A avaliação pode investigar manifestações cognitivas, emocionais e funcionais relacionadas ao contexto ocupacional, sem presumir causalidade automática.
A análise pode contribuir com informações sobre funcionamento e limitações, mas conclusões sobre incapacidade dependem da finalidade, do papel profissional e do contexto médico, administrativo ou jurídico.
Pode-se avaliar sofrimento psicológico, alterações cognitivas e impacto funcional. A apuração jurídica dos fatos, porém, é distinta da avaliação psicológica.
Sim. O Centro atende exclusivamente pessoas com 18 anos ou mais.
Preencha o formulário de agendamento e apresente brevemente sua necessidade. A partir disso, será possível verificar a pertinência da avaliação e orientar o próximo passo.
Muitas pessoas adiam a avaliação porque acreditam que deveriam chegar com uma hipótese definida, um encaminhamento pronto ou uma explicação organizada. Não é necessário.
O primeiro contato existe justamente para compreender o que está acontecendo, avaliar se a demanda pode ser atendida e orientar qual caminho faz sentido.
Você pode começar descrevendo situações concretas, mudanças percebidas e o que mais tem interferido na sua vida.
Avaliações anteriores podem ser analisadas em conjunto com a história atual para compreender convergências e divergências.
O objetivo não é passar ou falhar. Os instrumentos ajudam a compreender como você funciona em diferentes tarefas.
Casos complexos exigem delimitação, método e integração — não respostas apressadas.
Apresente brevemente sua necessidade. O contato inicial serve para verificar se a avaliação neuropsicológica é adequada, qual modalidade pode responder à demanda e como o processo pode ser organizado.
Eu sou Juliana Galhardi Martins e irei te ajudar nessa jornada. Formada em Psicologia, especializei-me pela UFSJ, UNIFESP, UNIRIO, UFF, UNIFEI, IPq/HCFMUSP e principalmente por pessoas (professores e profissionais) que mudam o mundo de pessoas ano a ano. Não apenas ou tão somente pelo que ensinam, mas pelo que todos os anos conseguem aprender com seus alunos, experiências e oportunidades qualificadas do melhor da vida.
A Psicologia me ensinou que não somos apenas o que aprendemos, mas também a experiência que vivemos, a música que escutamos, a escolha que fazemos e o sucesso disso podemos chamar de colheitas de merecimentos. Eu trabalho com atendimentos no Brasil e Exterior, atendendo pessoas indicadas e incríveis. Minha meta de vida anseia por resultado e trabalhar para transformar pessoas em pessoas incríveis com experiências inéditas é a minha colheita de merecimentos. Muito Prazer.
Acompanhamento/Tratamento Psicológico com diagnóstico e intervenção. Trabalho no melhoramento das causas diagnosticadas.
Reabilitação cognitiva para traumas, doenças e experiências vivenciais em recuperação. Testes para avaliação e confirmação diagnóstica.
Acompanhamento de raciocínio clínico para transformação de quem você é e da sua carreira, rumo ao sucesso. Indicado para pessoas que buscam transformação e não sabem como se encontrar com o sucesso.
Especialista em Diagnóstico Organizacional, de Mercado e de Experiência. Trabalhando Mindsets conseguimos direcionar as experiências e necessidades de negócios para quem atua com resultados e performance.
Funções estimuladas regulação emocional, interrupção de hipervigilância, redução de colapso executivo, consciência corporal, autoidentidade, flexibilidade cognitiva, processamento afetivo, prevenção de burnout, sensação de pertencimento, validação
Superdotação Profunda: Como Identificar com WISC-V, WAIS e Indicadores Clínicos Artigo SEO IA • Neuropsicologia • AH/SD Superdotação Profunda: Como Identificar com Rigor Clínico Uma
Guia Neuropsicológico Completo Vida Depois do Diagnóstico: o que muda no cérebro, na rotina e na sua vida prática Para pessoas que receberam um diagnóstico
| Cookie | Duração | Descrição |
|---|---|---|
| cookielawinfo-checbox-analytics | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics". |
| cookielawinfo-checbox-functional | 11 months | The cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional". |
| cookielawinfo-checbox-others | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other. |
| cookielawinfo-checkbox-necessary | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary". |
| cookielawinfo-checkbox-performance | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance". |
| viewed_cookie_policy | 11 months | The cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data. |